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O kart é o primeiro e mais importante estágio para o futuro piloto. É lá que a maioria dos bons pilotos se formaram. A seguir iremos apresentar as categorias, os chassis, motores, pneus, regulamentos, além de muitas fotos. Como em todo esporte profissional ou amador, o kart, é dividido em categorias, de acordo com a idade e experiência de um piloto. São a cadete, Júnior Menor, Júnior Maior (para jovens abaixo de 14 anos), Novatos, Graduados B, Graduados A (categoria TOP para pilotos abaixo de 25 anos), Sênior B e Sênior A (categoria TOP para pilotos acima de 25 anos).

Campeonato Brasileiro de Kart - Anápolis (GO)

Os principais centros mundiais do kartismo são a Itália, Inglaterra, França, Suiça, Alemanha e Brasil. No Brasil os estados que possuem melhor estrutura e campeonatos mais acirrados são pela ordem, São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás e Bahia.

Anualmente é disputado o Campeonato Brasileiro de Kart, que é prova do calendário oficial da CNK - entidade máxima do kartismo brasileiro, filiada à CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) e à FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Existem também algumas ligas paralelas, a principal delas é a LIA - Liga Independente de Automobilismo, que é comandada pelo tricampeão mundial de fórmula 1, Nélson Piquet, que também administra alguns campeonatos regionais e o Campeonato Brasileiro da LIA.

Para se disputar uma prova oficial regulamentada pela CBA/CNK, algumas exigências são requeridas no que diz respeito à extensão e largura da pista (mínima de 8 metros) - chamada de kartódromo, segurança para pilotos e público, cronometragem e pódium. Para se disputar um campeonato oficial, os pilotos devem obrigatoriamente portar a carteira de piloto de kart, expedida pela FIA/CBA ou LIA (no caso de provas das ligas independentes). As carteiras da FIA/CBA tem validade internacional e é reconhecida em todo o mundo.

Rogério Toledo e Zeca Cardoso

Existem diversos campeonato regionais e no interior, principalmente São Paulo, Goiás e Minas Gerais, as chamadas "Corridas de Rua". São disputadas nas ruas das cidades, que são previamente fechadas, organizadas e que fazem muito sucesso, com grande público. São provas muito perigosas em razão da relativa falta de segurança para os pilotos que chegam a atingir 140 km/hora nessas pistas, sem área de escape, e não raro acidentes relativamente graves acontecem. Vários desses campeonatos são oficiais, reconhecidos pelas federações estaduais.

O kart - O principal chassi fabricado no Brasil atualmente é o chassi "Mini", fabricado pela Mecânica Riomar, em São Paulo. Mas existem diversos outros fabricantes no país e também no exterior, que competem aqui, principalmente provenientes da Itália. O chassi possui diversas regulagens para o acerto para uma determinada pista, "abrindo" ou "fechando" a frente e/ou traseira, "soltando" ou "prendendo" o kart, de modo que diversos acertos podem ser realizados, para se adaptar o chassi à pistas rápidas, lentas, asfalto liso, asfalto grosso, temperatura, chuva, etc. Na verdade isso depende também da sensibilidade de um piloto e da forma específica de cada um pilotar. Na descarga do kart também existem muitos macetes, que combinados com coroa e pinhão, podem modificar enormemente seu rendimento de pista para pista.

Rodrigo Piquet - Campeão Brasileiro da LIA - Sênior A (www.portalbrasil.eti.br)

O motor - Existem diversas opções de motores, mas os mais utilizados no Brasil atualmente são o PCR, fabricado pela Mecânica Riomar - nacional -, com diversos títulos e bom rendimento principalmente em pistas de baixa, que requeiram um maior torque. Os seus maiores rivais são os DAP Parilla ou Ital System (italianos). São motores muito competitivos, principalmente em pistas rápidas. Para um maior rendimento do motor, é de fundamental importância que esteja instalado um bom conjunto de carburadores. Todos são preparados por preparadores profissionais e um motor TOP pode chegar a 45 HP e a 22.000 rotações por minuto. Em Anápolis - pista mais rápida do Brasil e uma das mais rápidas do mundo -, no Campeonato Brasileiro de Kart de 1999, no final da grande reta, o kart chegou a atingir a espantosa marca de 183 km/hora na categoria Graduados e a 179 km/hora na categoria Sênior (possui 10 quilos a mais). Os principais preparadores do país estão em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Existem outros motores ainda e um bem utilizado é o "V-4", menos potente - em torno de 22 HPs e muito utilizados em corridas de rua no interior de Minas Gerais e sul do país, além de provas para pilotos iniciantes. O rendimento é bem menor, embora satisfatório.

Os pneus - Existem três classes de pneus, que são medidos por tarjas. Os de tarja vermelha, são os de composto mais duro, com maior durabilidade e bom desempenho, que desgastam menos o piloto. Os de tarja amarela, são de composto mais macio que os vermelhos e com bem menos durabilidade, entretanto dependendo da pista podem ser de 7 décimos a 1 segundo mais rápidos. São os utilizados nas provas oficiais (campeonatos brasileiros e regionais). Acima desses existem os pneus de tarja verde, rapidíssimos, super macios e com pouquíssima durabilidade, mais utilizados nas categorias TOP em treinos classificatórios de provas em que o composto é liberado. Chegam a ser 5 décimos mais rápidos que os de tarja amarela. Existem ainda os compostos raiados para chuva. O principal fabricante nacional atualmente está no Rio Grande do Sul (MG Pneus) e dois dos seus principais concorrentes estrangeiros são o Dunlop e Bridgestone (em provas em que são liberados).

Os equipamento de segurança

Kartódromo de Brasília

Qualquer piloto de competição, deve se preocupar em utilizar equipamentos de boa qualidade e deve investir um pouco mais nesse quesito. Afinal de contas é a segurança dele que está em jogo. Pilotos já foram salvos de maiores contusões justamente por utilizar equipamentos de alto nível, a grande maioria deles importada. O básico é o capacete, luvas, macacão, sapatilhas e protetores de costelas, que são muito exigidas e em muitos casos, as vezes podem trincar ou mesmo quebrar, mesmo sem qualquer acidente. Protetores de pescoço,  cotoveleira do lado direito (para evitar que o piloto se queime no motor) e balaclavas (por questões de higiene). 

As categorias de pilotos - De acordo com regulamento desportivo do Regulamento Nacional de Kart 2001, elaborado pela CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo, para provas nacionais, regionais, estaduais ou locais, as categorias do kart são as seguintes:

Piloto Cadete de Kart - PCK - De 8 anos completos até 10 anos incompletos, podendo permanecer na categoria caso complete 10 anos após participar de uma etapa do campeonato;

Piloto Júnior Menor de Kart - PJMK - De 10 anos completos até 12 anos incompletos, podendo permanecer na categoria caso complete 12 anos após participar de uma etapa do campeonato;

Piloto Júnior de Kart - PJK - De 12 anos completos até 14 anos incompletos, podendo permanecer na categoria caso complete 14 anos após participar de uma etapa do campeonato;

Piloto de Kart - PK - Idade mínima de 14 anos completos (Novatos);

Piloto Graduado de Kart "B" - PGK "B" - Promovido das categoria PJK ou PK ou ainda aprovado por escola de pilotagem de kart reconhecida pela CBA, com idade mínima de 14 anos;

Piloto Graduado de Kart "A" - PGK "A" - Promovido da categoria PGK "B";

Piloto Sênior de Kart "B" - PSK "B" - Piloto acima de 25 anos completos;

Piloto Sênior de Kart "A" - PSK "A" - Promovido da categoria PSK "B".

Preparação física - É de vital importância, principalmente para pilotos acima de 25 anos (categoria sênior), a preocupação com a preparação física. O kart profissional exige muito do piloto e principalmente no final das corridas, aquele que possui um preparo físico superior, com certeza terá mais condições de um resultado melhor. Outra preocupação constante dos pilotos é com o peso, pois isso influi diretamente no rendimento do kart, principalmente retomadas, nas saídas de curva.

 
 

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